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domingo, 22 de janeiro de 2012

A Igreja e a Polícia!

Atentamente ouço o que várias pessoas dizem sobre a policia, seja na Igreja seja na universidade ou entre os amigos, sempre são visões um tanto quando diferentes, algumas até antagônicas. Começo a falar da Igreja.
A Imagem do policial para a igreja.(entre visões distorcidas da bíblia)
Quando Deus deus os mandamentos ao Moises, para que fossem disseminados, eram 10:
Não matarás, não furtarás, honrar mãe e pai....assim por diante. Para as religiões que seguem a bíblia matar é pecado, ou seja o policial não é visto de tão boa maneira, de certa forma essa profissão é encarada pelos religiosos de plantão como um "carma" passageiro que logo a pessoa sairá dessa. Mas pera ai, e as pessoas que sonham serem policiais, e os que amam o que fazem..... è realmente uma visão meio deturpada e também manipulada.
O policial não ta na corporação para matar, se isso ocorrer é para que um inocente não morra, quando Davi matou o assassino de seu filho, Deus não o jogou no inferno nem amaldiçoo sua vida e seu futuro. Na verdade hoje vivemos a cultura do "pequenas igrejas grandes negócios". Esquece-se do que realmente é Deus ou o que Jesus representou, pregam de acordo com a arrecadação. Sobre religião não se fala ,todos me alertam, entretanto se eu não falar vamos continuar nessa hipocrisia e fingir que não vemos. Antes que me chamem de ateia eu digo: eu acredito muito em Deus, o temo e respeito, mas não acredito em 20% do que vejo ser "Deus" por ai. Ser policial é uma bela profissão, apesar dos pesares . e Biblicamente falando policiais são guerreiros...nem todos claro. A fé deleita no coração de todos!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Drogas na Sociedade!

A polêmica discussão sobre a descriminalização de drogas remete uma questão da real e perigosa ameaça da busca, pelos mais jovens, de estados alterados de consciência através de drogas ilícitas, como já não bastassem os males causados pelo uso abusivo do álcool. Mas a corrente progressista, encabeçada no país pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, insiste na legalização do uso de drogas como forma de redução de danos e enfraquecimento do poder do tráfico . E inúmeros são os argumentos de ativistas pró-legalização de drogas, entre eles o de que é um direito individual usar e dispor do corpo da maneira que melhor lhe convier. Um outro argumento é que a ênfase na redução de danos deve ser a tônica numa política sobre drogas, com exemplos de experiências de sucesso no exterior.
O ponto central dos argumentos é que a guerra contra as drogas é mais danosa que o consumo. Ou seja, só haveria a possibilidade de controle das drogas num mercado legal. Outro discurso, dos que defendem, por exemplo, a descriminalização e legalização da maconha -recente estudo revela que o uso da cannabis aumenta o risco do câncer de testículos em jovens- é de que a venda de bebidas alcoólicas e de cigarros, drogas também prejudiciais ao organismo, é livre, como se a legalidade de um mal pudesse justificar a legalização de outro. 
A realidade, porém, é que quando o assunto é drogas não há verdades absolutas e acabadas. É preciso relativizar todos os postulados da pró-legalização. Se a política de repressão não deu certo, qual é a garantia que uma política de legalização dará? É preciso entender também que uma lei sobre drogas não pode ser específica para os que a usam e dizem manter uma vida normal. Uma lei nesse sentido deve ter por finalidade proteger toda a sociedade. Da mesma forma que muitos usam drogas e se controlam, outros viram trapos humanos- vide aa cracolândias da vida- alguns se transformam em monstros assassinos, inclusive do volante, e boa parte destrói famílias inteiras. 
Continuo acreditando que o melhor caminho é o da prevenção, redução de danos, com recuperação de dependentes e repressão inteligente, não uma política permissiva. Nesse ponto fico com as sensatas palavras da presidente Dilma Rousseff, ao ser indagada, tempos atrás, sobre a descriminalização de drogas: "Descriminalização de drogas é um tiro no pé. Num país com 50 milhões de jovens entre 15 e 29 anos é complicado", disse. 
Bota complicado nisso. Descriminalização e legalização de drogas, antes de tiro no pé, com toda certeza é um perigoso tiro pela culatra. Tanto o álcool (droga socialmente lícita) como as drogas ilícitas, têm efeitos danosos aos seres humanos.. Em vez de liberar mais drogas melhor é pensar em campanhas permanentes que desestimulem os jovens ao uso do álcool, cada vez mais presente em mesas de bares e restaurantes. Drogas não agregam valores sociais positivos e destroem seres humanos. O caso do ex-futebolista e médico Sócrates é um bom exemplo sobre o mal progressivo do uso do álcool. Precisamos aprender.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Um Artigo sobre Segurança Publica


Segurança Pública

Carlos Fernando Priolli L'Apiccirella
Delegado de Polícia


Diz o Professor De Plácido e Silva: "Segurança: derivado de segurar, exprime, gramaticalmente, a ação e efeito de tornar seguro, ou de assegurar e garantir alguma coisa. Assim, segurança indica o sentido de tornar a coisa livre de perigos, de incertezas. Tem o mesmo sentido de seguridade que é a qualidade, a condição de estar seguro, livre de perigos e riscos, de estar afastado de danos ou prejuízos eventuais. E Segurança Pública? É o afastamento, por meio de organizações próprias, de todo perigo ou de todo mal que possa afetar a ordem pública, em prejuízo da vida, da liberdade ou dos direitos de propriedade de cada cidadão. A segurança pública, assim, limita a liberdade individual, estabelecendo que a liberdade de cada cidadão, mesmo em fazer aquilo que a lei não lhe veda, não pode turbar a liberdade assegurada aos demais, ofendendo-a".

Sendo assim, todas as pessoas, físicas ou jurídicas, de Direito Privado ou Público, são responsáveis pela Segurança Pública e devem agir no sentido de assegurar a ordem pública. E quando todos falham, o problema vai gerar infrações penais que, em última instância, devem ser prevenidas ou reprimidas pelas entidades de segurança pública em sentido restrito, a Polícia Federal e as Polícias Estaduais. A respeito das Estaduais, ocorre uma dicotomia, isto é, a divisão da corporação em Polícia Civil e Polícia Militar, explicada pela origem das palavras. Civil é a etimologia romana e, no conceito original, refere-se àquele que tinha o direito de influir na gestão do espaço público e se domiciliava na cidade. Militar era a antítese de Civil e se fixava fora da cidade. As legiões romanas eram sediadas fora dos limites das cidades e tinham por missão defendê-las de invasores. Não podiam entrar na cidade sem permissão do governo. No final do Império Romano surge o pretorianismo, militarização transitória de algumas funções de segurança pública. A expressão Polícia é, pois, exclusivamente civil, eis que deriva do grego polis - que significa cidade - e do latim civitas - que significa civil. E, assim, a expressão Polícia Civil é redundante, um pleonasmo, e Polícia Militar é contraditória.
A Polícia é a organização administrativa que tem a função de impor limitações à liberdade de indivíduos ou grupos, medida necessária à salvaguarda e manutenção da ordem pública. Neste sentido é que se fala em polícia sanitária, polícia aérea, polícia ambiental, marítima, rodoviária, ferroviária, de diversões públicas, do Exército, de segurança, etc. No entanto, a polícia mais evidente é a de segurança pública: ela representa a força do Direito. Com o surgimento de novos fatores anti-sociais, a polícia precisou se especializar e atualmente apresenta-se em duas atividades ou funções: a preventiva - de proteção individual ou coletiva -, e a repressiva - judicial. Daí a necessidade de uma polícia fardada, o que levou a confusão ou interpretação de ser militar a sua cultura e formação. Assim há polícia fardada difundida em todo o mundo, mas sem vínculo com as Forças Armadas, estas de cunho eminentemente militar, com funções externas de combate e extermínio do inimigo: o militar recebe treinamento para a guerra. Este é o fator de onde decorre uma distância muito grande entre o policial e o militar, porque aquele é treinado para prevenir e reprimir não o homem, mas o crime do homem, enquanto que o militar é treinado para o extermínio do inimigo. O policial é um profissional do Direito, tanto como o Juiz, o Advogado, o Promotor de Justiça - jamais um profissional da guerra. E, num Estado de Direito, não há espaço para tal desvio, já sedimentado por razões políticas ou incúria administrativa (desleixo, falta de cuidado ou aplicação).
Como se tal não bastasse, agravou-se a situação: enquanto o discurso é para uma Polícia única, no Estado de São Paulo criou-se uma terceira polícia, a técnico-científica, com o advento da Superintendência que abrange o Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal. Onde há divisão, há um enfraquecimento, além disso, há gastos duplicados e agora triplicados. Pior que isto, é que tais divisões vêm dificultando excessivamente uma ação integrada de prevenir e reprimir, graças às cisões em suas atribuições e disputa de área de atuação. Além disto, a crise econômica atinge também os policiais, que deveriam ter um tratamento diferenciado. Há, então, um descontentamento que nem mesmo a rígida disciplina castrense consegue conter o perigo de uma polícia desmotivada, desamparada, com policiais residindo com suas famílias em locais de forte influência da criminalidade. Tudo isto gera frustração profissional e familiar, auto-estima deteriorada, subvalorização social, prejudicando a atuação do policial, em face de seu descontrole emocional.
A globalização do crime é ameaçadora. Uma profunda reforma da segurança pública se faz necessária, com efetiva contribuição das mais diversas entidades estatais, da mídia, da sociedade em geral, porque a segurança pública só é tarefa da polícia em seus efeitos. Poder-se-ia melhorar aproveitando a experiência do passado, quando havia os inspetores de quarteirões (entrosados na comunidade com seu policiamento velado, oculto) e a guarda noturna (com seu policiamento ostensivo, exposto), promover cursos específicos de aperfeiçoamento e adestramento, centralização e difusão de informações, pesquisas, estatísticas, assinalações. Também prejudica muito uma eficiente atividade da segurança pública a vindicta (represália, vingança) e a luta pelo espaço de atuação.

domingo, 13 de novembro de 2011

Tomada da Rocinha, noticia Internacional!!!

A tomada das favelas da Rocinha e do Vidigal na manhã deste domingo (13) foi uma das principais notícias do dia também no cenário internacional. Jornais da Europa e dos EUA abordaram o assunto.
O alemão “Die Welt”, o italiano “La Repubblica” e os franceses “Le Figaro” e “Le Monde” lembram que a pacificação do Rio de Janeiro é motivada, em parte, pelos grandes eventos esportivos que a cidade vai receber nos próximos anos: a final da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
Os jornais europeus destacaram também a participação da Marinha na operação. “Tanques no Rio: polícia assenta praça na maior favela do Brasil”, diz o “Die Welt”. O francês “Le Figaro” diz: “Brasil: ataque militar sobre a maior favela do Rio”.
Os quatro jornais usam a palavra “favela” em português mesmo, sem tradução para suas línguas. O americano “New York Times” e o inglês “The Guardian” preferiram o termo inglês “slum”.
Realmente uma noticia maravilhosa para a população da Rocinha e do Vidigal.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Disturbio Bipolar e Segurança!!!

Existe hoje uma classificação mundial, com mais de 150 formas diferentes de Transtorno Bipolar e em cada um deles, abrange pelo menos, quase meia dúzia de comportamentos relacionados com aquele distúrbio específico, o que nos deixa, como pais, bastante apreensivos e temerosos quanto à saúde mental de nossos filhos. Seria como classificar cada gesto ou atitude que nossos filhos fazem, diferente do que seria para aquilo que consideramos como sendo normal. Mas normal, pra quem ? E o que é ser normal num mundo onde os valores estão se perdendo e dando lugar às formas corruptivas de se obter vantagens e favorecimentos diversos e não estou me referindo somente à políticos, mas à população de uma forma geral, quando prefere pagar “por fora” ao policial, para não ter que receber em casa a multa por estacionamento proibido ou por excesso de velocidade. 
O que poderia ser considerado como dar à si próprio uma medalha de honra ao mérito, por saber que pode continuar errando que haverá sempre, do outro lado, um policial também corrupto, disposto a aceitar o seu dinheiro em situações futuras. Até que um dia, a imprudência o tire de vês do trânsito. E é sob este modelo e outros que tanto nos orgulhamos, que cresce nossos filhos, sem contar a falta de afetividade e diálogo, sacrificados em função de uma série de atividades e compromissos de natureza diversa. Mais parece que ainda não nos damos conta do cabo-de-guerra diário e constante de disputa que envolve nossos filhos. Na mesma proporção (ou pior), à medida que desperdiçamos tempo precioso para com nossos filhos, podendo ensiná-los, educá-los, amá-los e orientá-los, nosso maior adversário, um mundo globalizado, corruptivo, violento, retrógrado de valores, está contaminando-o com uma série de influências e ideologias, práticas e imediatistas, remando contra aos ensinamentos que tentamos passar à eles. E como essa guerra começa cada vês mais cedo (com internet e celulares), não é mais tão incomum, as divergências sérias, entre pais e filhos.
Outro agravante é o despreparo dos pais em acompanhar o avanço de toda essa dinâmica comportamental e diferenciada dos filhos, em comparação ao nosso modelo familiar, talvez mais conservador. Ao contrário disto, colocamos em casa (presenteando-os), dispositivos que os mantém “desligados” de nós, como computadores e celulares, sem o devido monitoramento à respeito de um uso mais controlado e conciliado com o ambiente familiar. Enfim, não é preciso que os filhos nasçam “premiados” com alguma forma de distúrbio, pois que a sociedade hoje, incluindo o paradoxo familiar, por si só, já é responsável por promover e desencadear, nos filhos, alguma forma de transtorno de personalidade, pois, quem é que têm (tão cedo), a capacidade de compreender, que os pais acabam jogando os filhos para a mesma cova de leões que tanto os aconselhamos à manterem-se distantes. E depois dizem que ter filhos é difícil ou que educar filhos é complicado. Pudera. Como sempre digo: Somos pelo o que somos. Veja por aí se a “ficha” não caiu pelo chão.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Segurança Pública!!!

A Segurança Pública é um dos principais desafios brasileiros dos últimos anos. Inúmeros esforços têm sido realizados por gestores, profissionais da área de segurança e por representantes de diversos segmentos da sociedade visando à valorização da vida e ao controle do crime.
Ao completar 10 anos de existência, o Instituto de Segurança Pública - ISP lançou a revista eletrônica "Cadernos de Segurança Pública", abrindo um importante espaço para a veiculação de estudos sobre o tema.
Parte da literatura a respeito da violência e da segurança pública no Brasil se consolidou no interesse e controle sobre as dinâmicas que envolvem a entrada dos jovens nas diversas redes criminosas. A bibliografia produzida na cidade, de cunho antropológico, oriunda dos anos 80 do século passado, trouxe consigo uma inovação temática e investigativa que está longe de ser ultrapassada. 
Mas parece exequível observar que, dando continuidade aos desenvolvimentos percebidos nessas sondagens interpretativas, somente nos últimos anos (raros e sensíveis) pesquisadores, gestores públicos e membros da sociedade civil começam a ser confrontados pela mão dupla desses processos. 
Ou seja, têm necessidade de elaborar os imperativos, desafios e obstáculos enfrentados por esses mesmos jovens quando desejam romper com as redes criminosas nas quais se inseriram por determinadas etapas de suas existências. 
Compreender esses processos e as matizes que os completam parece ser um desafio não somente cadêmico, mas também das políticas públicas de segurança e juventude.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Guarda Municipal!!!


A Guarda Municipal é responsável pela realização do controle social ostensivo, que visa proteger bens, serviços, logradouros públicos e instalações dos Municípios.
A denominação dos Guardas Municipais foi criada no ano de 1831, quando Dom Pedro I abdicou o trono e foi criada a Regência Trina Provisória (composta pelos deputados José da Costa Carvalho, João Bráulio Muniz, e Brigadeiro Francisco de Lima e Silva) com a finalidade de garantir o controle da ordem pública.
A Guarda Municipal foi reestruturada a partir do artigo 144 da Constituição Federal de 1988, que passou a atribuir aos municípios a criação de seus respectivos Guardas Municipais. Os Guardas Municipais têm a missão de proteger bens e instalações, todavia, podem agir em situações de flagrante delito ou ameaça à ordem ou à vida. As ações administrativas atribuídas aos Guardas Municipais divergem de um município para outro.
A atribuição específica dos Guardas Municipais é a de executar policiamento administrativo ostensivo, preventivo, uniformizado e aparelhado na proteção à população, bens, serviços e instalações do Município. Diariamente esses guardas devem estar atentos durante a execução de qualquer serviço, atender com presteza as ocorrências para as quais forem solicitados , elaborar boletins de ocorrências e guias de entrega, com zelo e imparcialidade, proceder à revista pessoal quando necessário e principalmente por ocasião de prisão em flagrante delito, e ainda zelar pelo armamento, munição, equipamento de radiocomunicação, viaturas e demais utensílios destinados à consecução das suas atividades.
Para ingressar na Guarda Municipal é necessário ser aprovado em concurso público que abrange conhecimentos gerais e resistência física. Após isso, o candidato passa por um curso de formação profissional. Ingressando na Corporação, tem oportunidade de frequentar cursos de especialização para ter condições de exercer atividades especiais como cursos de informações turísticas, defesa ambiental, técnica de controle urbano e curso básico de trânsito. O telefone da guarda municipal é 153.